Candidato a Deputado Federal · Ribeirão Preto e região

Trabalho dentro do banco público e sei explicar por que a agência fechou.

Sou bancário, economista e diretor do Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região, que cobre 34 municípios do interior paulista. Comecei na lavoura, nas férias da escola, e nunca ocupei cargo comissionado.

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Ederli Batista, candidato a deputado federal por São Paulo
55anos morando na mesma cidade, Sertãozinho
34municípios na base do Sindicato dos Bancários
1986metalúrgica aos 15 anos e grêmio estudantil no mesmo ano
0cargos comissionados, secretarias ou funções de confiança

O percurso até o banco: lavoura nas férias da escola, ajudante de pedreiro aos 12, supermercado aos 13, garçom aos 14, indústria metalúrgica aos 15. Depois disso, economista e bancário.

Estou do outro lado do balcão

Vejo todo dia por onde o benefício atrasa, por onde a parcela sobe e por que a fila anda devagar. Não é leitura de jornal, é o meu turno de trabalho.

Tem cidade com uma agência só

Em muita cidade da nossa região a única agência bancária que sobrou é a do banco público. Quando ela fecha, a conta não migra para aplicativo: vira viagem para outra cidade.

Nunca vivi de cargo público

Nunca ocupei cargo comissionado, secretaria nem função de confiança. Meu salário sempre veio do banco, e é dele que eu vivo enquanto faço campanha.

Ederli Batista, bancário e diretor do Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região

Minha mãe criou os filhos sozinha e eu fui para a lavoura nas férias da escola.

Sou filho de boia-fria, nasci em Sertãozinho e nunca saí: morei no Chácara do Martinelli, no Shangri-lá, no São João, na COHAB 3, e hoje moro no Jardim Brasília. Fui para a roça nas férias porque em casa faltava. Nenhuma criança devia precisar fazer esse percurso.

Depois da lavoura vieram o pedreiro, o supermercado, o balcão da lanchonete e a metalúrgica. Larguei o curso superior quando acabou o dinheiro e refiz vestibular em universidade federal, em outro estado. Hoje sou economista e trabalho no banco público federal.

  • Sertãozinho, interior de São Paulo
  • Economista e bancário
  • Diretor do Sindicato dos Bancários
  • Técnico em telecomunicações e caldeiraria
Ver a trajetória inteira

Uma causa só, e ela cabe
na sua conta bancária.

Não prometo obra nem emenda. O que eu ofereço é o lugar de onde eu enxergo o problema: de dentro do banco público, com formação para explicar o mecanismo e para cobrar quem decidiu.

01

Banco público federal

Bancário, empregado do banco público

É o banco público federal que financia a casa de quem ganha dois salários, que paga benefício e que libera FGTS. Isso não é caridade de banco, é o que um banco público faz e um banco privado não faz. Cada pedaço que sai do controle público é um serviço a menos em cidade que não tem outro banco.

02

A agência que fechou

Atendimento presencial no interior

Fechar agência e mandar todo mundo para o aplicativo é decisão que alguém tomou, tem nome e tem justificativa. Quero levar essa cobrança para a Câmara e devolver a resposta em português para quem ficou com a fila da lotérica.

03

Bancários e bancárias

Diretor do sindicato em 34 municípios

Redução de quadro, meta que não fecha e terceirização não são assunto interno da categoria: chegam no atendimento de quem está do lado de fora. Quem defende o emprego de quem atende está defendendo a fila de quem é atendido.

Entrei no banco pela porta da frente, e demorei a chegar nela.

O meu primeiro trabalho foi na roça, e os seguintes foram em obra e em cozinha, não em agência. O que fez a travessia foi estudo pago com dinheiro curto, interrompido uma vez e refeito do zero em outro estado.

Sertãozinho é cidade de usina e de metalurgia, e o meu percurso é o percurso do trabalhador desse parque industrial. A diferença é que ele terminou atrás do balcão de um banco público, explicando dinheiro para quem está do outro lado.

  • NAS FÉRIAS DA ESCOLA A lavoura Filho de boia-fria, criado por mãe solo. Fui para a roça nas férias porque em casa faltava dinheiro.
  • AOS 12, 13 E 14 ANOS Pedreiro, supermercado, garçom Ajudante de pedreiro, ajudante geral de supermercado, garçom de lanchonete, restaurante e choperia.
  • 1986, AOS 15 ANOS Metalúrgica e grêmio Entrei na indústria metalúrgica e, com a redemocratização, fui um dos fundadores do Grêmio Estudantil Magon, na transição do antigo Centro Cívico.
  • QUANDO ACABOU O DINHEIRO A faculdade interrompida Larguei o curso superior por falta de recursos e refiz vestibular em universidade federal pública, em outro estado.
  • DO OUTRO LADO DO BALCÃO Economista e bancário Economista, pós-graduado em Planejamento Financeiro e Educação Profissional, empregado do banco público federal. Antes disso, técnico em telecomunicações e em caldeiraria.
  • SINDICATO DOS BANCÁRIOS Diretor em 34 municípios Diretor do Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região. É essa função, e não um mandato, que me dá presença na região inteira.

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A região que eu represento no sindicato tem 34 nomes.

Bancário, cliente que depende da agência, trabalhador de usina e de metalurgia, e quem mora em cidade onde restou uma agência só. É essa a base desta campanha, e é dela que a agenda sai.

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Bancário, economista e diretor do Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região. Nascido e morador de Sertãozinho, interior de São Paulo.

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